Estes olhos meus, que passeiam vagarosamente, pelas tuas últimas palavras,
E que alimentam este vazio profundo e indolente, Empurrando esta saudade incontrolável pelas infinitas horas, E que retêm no peito meu, a tua chama ardente... Estes olhos meus, que vivem enfeitiçados, em teus versos contidos, E que vagueiam instante a instante, esperando o teu chamar, Emoldurando na tela da memória, nosso amor devasso em tantos gritos, E que procuram teu rosto amado, nesta fúria que desejo te entregar... Estes olhos meus, que se fecham, em malícia, para encontrar a tua imagem, E que provocam no espelho embaçado, a visão do teu corpo cadenciado, Desenhando com o toque dos meus lábios, o caminho da tua paisagem, E que percorrem a madrugada afora, no teu prazer evidenciado... Estes olhos meus, que se derramam em tua pele, na união de nossas bocas, E que incendeiam esta vontade nada pouca, que entre nós é viva e tão real, Incitando, com a provocação da minha febre, a tua voz, feito felina louca, E que declaram antes mesmo do anoitecer, que este sentimento inteiro é somente teu, Desde o início, até o momento final.... |
sábado, 28 de junho de 2014
Deste meu olhar que se derrama em tua pele...
Da Verdade, da confissão e...da SAUDADE...
Tens pousado em tuas mãos atrevidas, a ousadia da minha imaginação,
Que percorre o sereno da madrugada fria, e em teus olhos abrigo o meu olhar,
E desta sede que aplaca os meus lábios, entrego meu desejo em submissão,
E te levo a percorrer meus caminhos curvos, que te fazem em labaredas vibrar...
Tens registrado em tuas memórias vivas, a embriaguez do meu sabor,
Que penetra em silêncio, em tuas desvairadas e firmes sensações,
E desta forma particular e única, sabes que de mim tens o melhor,
E te confesso num grito abafado, a loucura intensa das minhas emoções...
Tens enraizado em teu corpo delicioso, a presença viva da minha saudade,
Que floresce preguiçosa e faceira, no amanhecer contigo partilhado,
E deste jeito assim tão saboroso, roubas toda minh’alma em profundidade,
E te abraço enternecida, jamais negando tua permanência bem ao meu lado...
Tens deixado estas tuas palavras veladas, que eu amo tanto e tanto,
Que se encaixam sorrateiramente, nesta querência sublime que te oferto,
E desta maneira verdadeira e profunda, traz-me esta realidade tão certa,
E fecho os olhos, agradecida, tentando calada te mostrar o quanto,
Que a tua presença, aqui, é o meu derradeiro encanto....
Que percorre o sereno da madrugada fria, e em teus olhos abrigo o meu olhar,
E desta sede que aplaca os meus lábios, entrego meu desejo em submissão,
E te levo a percorrer meus caminhos curvos, que te fazem em labaredas vibrar...
Tens registrado em tuas memórias vivas, a embriaguez do meu sabor,
Que penetra em silêncio, em tuas desvairadas e firmes sensações,
E desta forma particular e única, sabes que de mim tens o melhor,
E te confesso num grito abafado, a loucura intensa das minhas emoções...
Tens enraizado em teu corpo delicioso, a presença viva da minha saudade,
Que floresce preguiçosa e faceira, no amanhecer contigo partilhado,
E deste jeito assim tão saboroso, roubas toda minh’alma em profundidade,
E te abraço enternecida, jamais negando tua permanência bem ao meu lado...
Tens deixado estas tuas palavras veladas, que eu amo tanto e tanto,
Que se encaixam sorrateiramente, nesta querência sublime que te oferto,
E desta maneira verdadeira e profunda, traz-me esta realidade tão certa,
E fecho os olhos, agradecida, tentando calada te mostrar o quanto,
Que a tua presença, aqui, é o meu derradeiro encanto....
Ahhh!!...Você não tem ideia...
Ahhh...
Você não tem ideia do quanto a sua vinda me encantou,
Fazendo revirar este meu mundo tão abandonado,
E a sua voz deliciosa todos os meus dias transformou,
As antigas tristezas ficaram apenas no passado...
Ahhh...
Você não tem ideia do quanto o seu olhar me entorpece,
Trazendo uma saudade profunda dos momentos intensos que vivemos,
E nas madrugadas solitárias o seu amor real é que me aquece,
As mais doces fantasias com você são partilhadas...
Ahhh...
Você não tem ideia da carência que sinto das tuas mãos,
Guiando meus sentidos para que meu prazer também seja o teu,
E nos meus sonhos mais profundos o seu corpo é o meu desejo,
Os meus olhos então se fecham e sinto o sabor do seu beijo...
Ahhh...
Você não tem ideia da imensa felicidade que você me deu,
Tatuando em minha mente o seu jeito gostoso de me amar,
E neste mundo tão incerto ainda quero, um dia, teus lábios tocar,
E agradeço por saber, neste meu revelado pensamento,
Que você é a delícia do Amor Meu...
Você não tem ideia do quanto a sua vinda me encantou,
Fazendo revirar este meu mundo tão abandonado,
E a sua voz deliciosa todos os meus dias transformou,
As antigas tristezas ficaram apenas no passado...
Ahhh...
Você não tem ideia do quanto o seu olhar me entorpece,
Trazendo uma saudade profunda dos momentos intensos que vivemos,
E nas madrugadas solitárias o seu amor real é que me aquece,
As mais doces fantasias com você são partilhadas...
Ahhh...
Você não tem ideia da carência que sinto das tuas mãos,
Guiando meus sentidos para que meu prazer também seja o teu,
E nos meus sonhos mais profundos o seu corpo é o meu desejo,
Os meus olhos então se fecham e sinto o sabor do seu beijo...
Ahhh...
Você não tem ideia da imensa felicidade que você me deu,
Tatuando em minha mente o seu jeito gostoso de me amar,
E neste mundo tão incerto ainda quero, um dia, teus lábios tocar,
E agradeço por saber, neste meu revelado pensamento,
Que você é a delícia do Amor Meu...
segunda-feira, 17 de março de 2014
Do adeus que eu disse à solidão....
Não te peço o perdão pelo abandono que se fez
obrigatório,
Tampouco faço da recordação a minha companheira
constante,
Abri a porta do meu já triste e cansado coração,
E mostrei o caminho longo e sem volta para a minha emoção...
Não te peço desculpas pelas janelas que fechei,
Tampouco lamento a firme decisão que tomei,
Tranquei a sete chaves a minha alma brejeira,
E deixei lá fora tua insistência matreira...
Não te imploro mais em doces palavras,
Tampouco te espero no parapeito dos meus sonhos,
Empurrei os teus pedidos bobos desfiladeiro abaixo,
E olhei tua vagarosa morte pelo precipício escuro...
Não te permito mais as invasões obscenas em meus sonhos,
Tampouco te dou o direito do tormento eterno,
Livrei o meu pensamento da tua funesta presença,
E libertei a minha vida para o amor de hoje entrar...
Eu disse adeus à solidão...
E coloquei tua voz em minha imaginação...
Hoje eu vivo contigo os melhores e mais lindos momentos,
Dessa nossa intensa e vibrante paixão...
...eu vivo o hoje...
...o amanhã, não me importa...
...o amanhã ainda nem nasceu...
...o amanhã, não me importa...
...o amanhã ainda nem nasceu...
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Da minha e da tua dor...
Há um espaço entre os meus e os teus sentidos,
Um caminhar incessante,
Por vezes vibrante,
Na tentativa de traduzir em versos todos os sonhos
Em apenas um rápido instante...
Um caminhar incessante,
Por vezes vibrante,
Na tentativa de traduzir em versos todos os sonhos
Em apenas um rápido instante...
Há uma procura de tal forma sem explicação,
Nas entrelinhas rabiscadas e nas vertigens do tempo gasto,
Que enrijece as forças do meu e do teu coração
Na amplidão do pensamento tornado vasto...
E vago....
Nas entrelinhas rabiscadas e nas vertigens do tempo gasto,
Que enrijece as forças do meu e do teu coração
Na amplidão do pensamento tornado vasto...
E vago....
São encontros de duas almas inertes,
Errantes,
Sem sentido,
Que só eu mesma recolhi em dor desatinada,
Querendo gritar nas tuas ausências de um amor desmedido...
Errantes,
Sem sentido,
Que só eu mesma recolhi em dor desatinada,
Querendo gritar nas tuas ausências de um amor desmedido...
Há uma dor que lateja na tua e na minha alma,
Que jamais vou entender,
Um afastamento repentino a compreender...
Que jamais vou entender,
Um afastamento repentino a compreender...
Não sei se de saudades vivo,
Ou sobrevivo...
Ou se de saudades, aqui dentro do peito,
Um dia hei de morrer...
Ou sobrevivo...
Ou se de saudades, aqui dentro do peito,
Um dia hei de morrer...
Para te dizer o quanto te amo...
Até mesmo em meio a este meu profundo silêncio,
Sem conseguir pronunciar a ti todas as minhas mais
íntimas palavras,
Carreguei dentro do peito e dos meus olhos este doce
mistério,
Pressentindo que pelos ventos daquela estrada, tu te
aproximavas com ternura...
Até mesmo na cegueira insana do meu raciocínio,
Embalada pela tua lembrança não tão distante,
Atravessei todos os tempos em meio ao vazio,
Acreditando que sempre estive esperando por ti...
Até mesmo das vezes em que da vida me despedi,
Agarrada ao teu pensamento já tão preso ao meu,
Ressurgi em outra forma, em outra era,
Crendo ainda que em algum lugar ainda estavas...
Até mesmo dos momentos que descobri não serem nossos,
Atrelada a tua alma na minha,
Percebi que esta dor tão profunda e longa,
Iria um dia se findar...
Voltastes de uma longa espera,
Surgistes do nada,
Navegastes em minha direção,
És finalmente o meu bálsamo,
E hoje não existe mais razão,
Para que eu não te diga, o quanto te amo...
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Entre o teu silêncio e a minha saudade....
Silenciastes o pouso de tuas palavras em meu olhar,
E embevecido, voastes com asas de falcão,
E em meu dorso nu, ofertando-te a pele alva,
Tirastes o teu alimento provocante ao paladar...
Percorrestes caminhos em mata verde-oliva,
E entorpecido, cravastes com garras ávidas,
O meu ventre acentuado, que te brinda com a seiva da vida,
Descansando o farfalhar da tua boca satisfeita...
Deixastes palavras entoadas em profundos acalentos,
E amordaçado, descansastes o corpo em febre,
A auréola de duas rosas, oferecida, que te chama ao sabor do néctar,
Findando o enroscar de tuas pernas entre a maciez das minhas...
E ficastes assim, adormecido,
Entre o teu silêncio e a minha saudade,
Na troca de sublimes beijos,
Convidando-me delicadamente para dormir,
Eternamente, ao teu lado...
E embevecido, voastes com asas de falcão,
E em meu dorso nu, ofertando-te a pele alva,
Tirastes o teu alimento provocante ao paladar...
Percorrestes caminhos em mata verde-oliva,
E entorpecido, cravastes com garras ávidas,
O meu ventre acentuado, que te brinda com a seiva da vida,
Descansando o farfalhar da tua boca satisfeita...
Deixastes palavras entoadas em profundos acalentos,
E amordaçado, descansastes o corpo em febre,
A auréola de duas rosas, oferecida, que te chama ao sabor do néctar,
Findando o enroscar de tuas pernas entre a maciez das minhas...
E ficastes assim, adormecido,
Entre o teu silêncio e a minha saudade,
Na troca de sublimes beijos,
Convidando-me delicadamente para dormir,
Eternamente, ao teu lado...
Assinar:
Postagens (Atom)






